Os novos caminhos da nutrição vegetal e bioextratos no Brasil: o que o Summit da Abisolo confirma sobre o futuro que a CERES já está construindo

Especialistas nacionais e internacionais se reúnem para debater fósforo, bioinsumos, adubação foliar e adaptação climática das plantas. O consenso científico que emerge desse debate aponta exatamente para onde os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES já estão atuando.
Em junho de 2026, a Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo) reuniu alguns dos principais nomes da pesquisa em fisiologia vegetal, fertilizantes especiais e microbiologia do solo no Summit de Nutrição Vegetal Inteligente. Entre os palestrantes convidados: Christiane Abreu de Oliveira Paiva, Brener Magnabosco Marra, Carlos Alexandre Crusciol, Victoria Fernández e Átila Mógor — nomes que representam o que há de mais avançado na ciência de nutrição de plantas no Brasil e no mundo.
O recorte temático do evento não é aleatório. Ele revela, com precisão, onde a ciência e a indústria de insumos estão direcionando seus esforços para a próxima década: produzir mais utilizando melhor cada unidade de fertilizante aplicada tornou-se uma das principais metas da agricultura moderna.
Essa frase, que abre a cobertura do evento publicada pelo AgroRevenda, poderia ser a própria missão técnica da CERES Master Algas — porque é exatamente isso que os bioextratos de macroalgas marinhas fazem há mais de uma década no campo brasileiro.
📊 O contexto que justifica o Summit: eficiência não é opção, é necessidade
Em um cenário marcado pelo aumento dos custos de produção, pela necessidade de reduzir perdas e pelos desafios impostos pelas mudanças climáticas, a eficiência nutricional passou a ocupar posição estratégica dentro das propriedades rurais e das empresas de insumos.
Esse diagnóstico, vindo de uma associação setorial que representa toda a cadeia de nutrição vegetal do Brasil, confirma algo que produtores já sentem na prática: o modelo de "aplicar mais fertilizante para produzir mais" chegou ao seu limite de retorno. A nova fronteira de produtividade não está em aumentar volume de insumo — está em aumentar a eficiência com que cada grama aplicada é absorvida, transportada e utilizada pela planta.
É exatamente esse o território onde os bioextratos de macroalgas marinhas demonstram seu maior valor.
🔬 Fósforo: o gargalo que os bioextratos ajudam a destravar
Um dos temas centrais do Summit aborda diretamente um dos maiores desafios da agricultura tropical brasileira:
A busca por alternativas para aumentar a eficiência do fósforo nos solos tropicais é considerada um dos principais gargalos da agricultura brasileira — o nutriente frequentemente sofre processos de fixação nas argilas, tornando-se indisponível para as plantas e reduzindo o aproveitamento da adubação. Pesquisas apresentadas durante o evento mostram o potencial de microrganismos solubilizadores de fosfato para ampliar a disponibilidade do nutriente na região radicular e elevar a eficiência de uso dos fertilizantes.
A fixação de fósforo em solos argilosos e ácidos — típicos do Cerrado e de grande parte da área agricultável brasileira — é um problema bilionário: produtores aplicam fósforo todos os anos, mas boa parte fica "presa" nas partículas de argila, indisponível para as raízes.
Embora a solução apresentada no evento foque em microrganismos solubilizadores, o princípio biológico por trás é o mesmo que rege a atuação dos bioextratos de macroalgas marinhas: estimular o sistema radicular a explorar mais volume de solo e ativar mecanismos bioquímicos que aumentam a disponibilidade de nutrientes já presentes, em vez de simplesmente aplicar mais.
Os bioextratos de macroalgas atuam de forma complementar nesse processo, através de:
✅ Estímulo ao crescimento radicular — maior superfície de exploração do solo, incluindo microssítios onde o fósforo fixado pode ainda estar parcialmente disponível
✅ Ácidos orgânicos e polissacarídeos que contribuem para a complexação de íons no entorno radicular
✅ Maior atividade da rizosfera, criando ambiente mais favorável aos próprios microrganismos solubilizadores de fosfato mencionados no Summit
🌿 Bioinsumos e matéria orgânica: o eixo que mais conecta com a tecnologia CERES
O segundo eixo temático do evento é onde a convergência com a tecnologia da CERES fica ainda mais evidente:
O uso de fertilizantes orgânicos, substâncias húmicas e bioinsumos explora como resíduos orgânicos podem ser transformados em insumos capazes de melhorar a fertilidade dos solos, estimular a atividade microbiológica e aumentar a resiliência das plantas diante de estresses ambientais, como seca e altas temperaturas.
Essa é, em linguagem acadêmica, exatamente a função que os bioextratos de macroalgas marinhas cumprem no campo: matéria orgânica de altíssima qualidade biológica, com carbono orgânico entre 12% e 18%, que estimula a microbiota do solo enquanto simultaneamente fortalece a planta contra estresses hídricos e térmicos — através de poliaminas, betaínas e prolina presentes naturalmente em sua composição.
O Summit também destaca o papel central da matéria orgânica na dinâmica nutricional do solo:
Estudos recentes indicam que a matriz orgânica exerce papel importante na retenção, liberação e ciclagem de elementos essenciais, contribuindo para ambientes mais favoráveis ao desenvolvimento radicular e ao melhor aproveitamento dos fertilizantes aplicados.
Esse é, em essência, o conceito de Eficiência no Uso de Nutrientes (EUN) que a CERES já trabalha desde o desenvolvimento de seus bioextratos: não é sobre substituir o fertilizante mineral, é sobre criar as condições biológicas para que cada unidade desse fertilizante seja retida, liberada e absorvida com máxima eficiência ao longo do ciclo.
🍃 Adubação foliar: a fronteira onde a ciência está avançando mais rápido
Novas pesquisas vêm ampliando o entendimento sobre os mecanismos de absorção pelas folhas, a interação das gotas com a superfície vegetal e o uso combinado de fertilizantes e bioestimulantes para elevar a eficiência das aplicações.
Esse é talvez o ponto de maior aplicação prática imediata para quem já trabalha com os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES. A formulação líquida, 100% solúvel em água, com densidade de 1,02 a 1,05 g/cm³ e pH entre 6,5 e 6,9, foi desenvolvida justamente para otimizar essa interação entre gota, superfície foliar e absorção celular.
Os compostos presentes nos bioextratos — especialmente as betaínas e os polissacarídeos como o ácido algínico — contribuem para:
✅ Melhor espalhamento e aderência da calda na superfície foliar, reduzindo perda por escorrimento
✅ Maior permeabilidade da cutícula foliar, facilitando a entrada de nutrientes e moléculas bioativas
✅ Ação sinérgica quando combinados a fertilizantes foliares convencionais — exatamente o "uso combinado de fertilizantes e bioestimulantes" citado pelos pesquisadores do Summit como fronteira de eficiência
🌡️ A capacidade da planta de "perceber" o ambiente: o território mais avançado da ciência vegetal
O tema mais sofisticado abordado no Summit é também o que mais evidencia o valor científico dos bioextratos de macroalgas:
A capacidade das plantas de perceber e responder às oscilações na disponibilidade de nutrientes vem impulsionando o desenvolvimento de fertilizantes especiais, biofertilizantes e tecnologias de liberação controlada capazes de contribuir para o equilíbrio nutricional e para a adaptação das culturas a condições adversas.
Esse mecanismo de "percepção e resposta" da planta é, em termos fisiológicos, exatamente o sistema de sinalização hormonal que os fitohormônios presentes nos bioextratos de macroalgas marinhas ativam e modulam. Auxinas, citocininas, giberelinas, ácido abscísico e ácido salicílico — os "sete metabólitos considerados os hormônios vegetais clássicos" — são as moléculas que permitem à planta interpretar seu ambiente e ajustar seu metabolismo de acordo.
Quando o bioextrato de macroalgas é aplicado, ele não está apenas fornecendo nutriente — está fornecendo as próprias moléculas sinalizadoras que a planta usa para "decidir" como alocar seus recursos diante de uma oscilação ambiental, seja um veranico, uma onda de calor ou uma variação na disponibilidade de nitrogênio no solo.
📌 O Summit da Abisolo está descrevendo, com a linguagem da ciência de ponta de 2026, o mecanismo que os bioextratos de macroalgas marinhas já exploram biologicamente há mais de uma década.
🌊 A CERES Master Algas: bioinsumo brasileiro alinhado à fronteira científica nacional
A CERES Master Algas desenvolve bioextratos de macroalgas marinhas brasileiras das famílias Feofíceae e Rodofíceae — tecnologia criada na Universidade Federal de Lavras (UFLA) sob coordenação do Dr. Paulo César de Melo, Pós-Doutor pela Universidade de Coimbra, com mais de uma década de validação em campo nas principais culturas do agronegócio brasileiro.
A composição documentada em laudo técnico analítico entrega exatamente os elementos que o debate científico atual em nutrição vegetal aponta como prioritários:
🔬 Para eficiência radicular e disponibilidade de nutrientes: ácido algínico, manitol e laminarina — polissacarídeos que estimulam o desenvolvimento radicular e a atividade da rizosfera
🔬 Para sinalização fisiológica e adaptação a estresses: fitohormônios naturais completos — auxinas, citocininas, giberelinas, betaína e zeatina
🔬 Para resiliência climática: poliaminas e betaínas, além de prolina (0,335%) entre os 17 aminoácidos livres presentes — osmorreguladores essenciais à tolerância à seca e ao calor
🔬 Para matéria orgânica de qualidade: carbono orgânico entre 12% e 18%, com função ativa na estimulação da microbiota benéfica do solo
🔬 Para eficiência de aplicação foliar: formulação 100% solúvel, pH 6,5–6,9, densidade 1,02–1,05 g/cm³ — características otimizadas para absorção foliar e compatibilidade de calda
Suas formulações — o Blend Binário e o Blend Ternário de Macroalgas Marinhas — são utilizadas como ingredientes de performance em produtos comerciais para aplicação foliar e fertirrigação, com dosagens entre 5% e 20% da formulação final.
📈 O que isso significa para quem decide o manejo da próxima safra
Quando a indústria de insumos, através da Abisolo, reúne os principais especialistas do país para debater fósforo, bioinsumos, matéria orgânica, adubação foliar e fisiologia de adaptação climática no mesmo evento, ela está sinalizando ao mercado onde estará o diferencial competitivo nos próximos anos.
Para o produtor, distribuidor ou formulador que acompanha essas tendências, a leitura prática é direta:
✅ A eficiência do fertilizante mineral vai depender cada vez mais de tecnologias complementares que ativam a biologia do solo e da planta — não apenas do volume aplicado
✅ Os bioinsumos deixaram de ser categoria emergente para se tornar eixo central da pesquisa em nutrição vegetal no Brasil, com respaldo de associações setoriais, universidades e empresas de ponta
✅ A resiliência climática está sendo tratada como parte integrante da nutrição vegetal — não mais como tema isolado de manejo de estresse
✅ A adubação foliar combinada com bioestimulantes é apontada como uma das fronteiras de maior potencial de ganho de eficiência nos próximos anos
Os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES já entregam, de forma integrada e comprovada em campo, exatamente os mecanismos que a ciência de ponta está validando e aprofundando neste momento.
🎯 O futuro da nutrição vegetal que a ciência está descrevendo já é presente na CERES
O Summit de Nutrição Vegetal Inteligente da Abisolo confirma, com o peso de pesquisadores de referência nacional e internacional, que o caminho da agricultura brasileira passa por entender e ativar a fisiologia da planta — não apenas por aumentar a quantidade de fertilizante aplicado.
Fósforo mais disponível através de maior atividade radicular e microbiana. Matéria orgânica de qualidade que retém e libera nutrientes de forma equilibrada. Adubação foliar combinada com bioestimulantes para máxima absorção. Plantas que percebem e respondem ao ambiente de forma mais resiliente.
Cada um desses caminhos descritos pela ciência de ponta em 2026 já está pavimentado pela tecnologia que a CERES Master Algas desenvolve desde sua origem na Universidade Federal de Lavras. Não é uma aposta no que a pesquisa vai validar no futuro — é uma tecnologia que já entrega, comprovadamente em campo, o que os principais especialistas do país estão apontando como o próximo passo da nutrição vegetal brasileira.
"Os novos caminhos da nutrição vegetal que a ciência está mapeando — eficiência de fósforo, bioinsumos, matéria orgânica ativa, adubação foliar inteligente e resiliência climática — já são a rota que os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES percorrem há mais de uma década no campo brasileiro."




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