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Quando a maior empresa de fertilizantes do mundo aposta em bioextrato biológicos, o mercado está te dizendo algo.

  • 7 de mai.
  • 7 min de leitura

Agrishow

Na Agrishow 2026, a Mosaic confirmou o que o campo já sentia: fertilizantes convencionais sozinhos não bastam mais. Entenda o que esse movimento estratégico das grandes multinacionais revela — e o que ele significa para o produtor que ainda não integrou bioextrato de algas ao seu manejo.


Quando uma empresa que produz e comercializa 27,2 milhões de toneladas de fertilizantes por ano para 40 países muda de posicionamento estratégico e reforça sua aposta em biológicos — algo estrutural está acontecendo no mercado.

Foi exatamente isso que a Mosaic sinalizou na 31ª Agrishow, realizada em Ribeirão Preto em abril de 2026.


Em entrevista exclusiva ao Estadão/Broadcast, o vice-presidente comercial da companhia, Felipe Pecci, foi direto: a combinação de preços pressionados das commodities, juros elevados e encarecimento dos fertilizantes está abrindo espaço crescente para produtos biológicos e hidrossolúveis. E o produtor rural, cauteloso, está adiando decisões de compra de adubo — com compras 15 pontos percentuais abaixo do mesmo período de 2025.


Não é um movimento passageiro. É o diagnóstico de um setor que chegou ao limite do modelo centrado exclusivamente em fertilizante mineral importado — e está buscando ativamente uma saída mais inteligente.


A CERES Master Algas já tem essa saída pronta, documentada e comprovada em campo há mais de uma década.


⚠️ O cenário que está forçando a virada do mercado


Para entender por que até a Mosaic está pivotando para biológicos, é preciso entender a pressão que o produtor está sofrendo em 2026. Os fatores são simultâneos e se amplificam:


O Estreito de Ormuz sob pressão geopolítica


Segundo Felipe Pecci, cerca de 40% do enxofre utilizado na produção de fósforo e aproximadamente um terço dos nitrogenados globais passam pelo Estreito de Ormuz — rota hoje pressionada pelo conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Qualquer interrupção nessa rota se converte diretamente em aumento de custo e risco de desabastecimento na safra brasileira. Noticiasdocampo


Lineups nos portos 15% a 20% menores


A oferta futura de fertilizantes já programada nos portos está entre 15% e 20% menor do que no mesmo momento de 2025 — o que amplia a preocupação com abastecimento para a safra 2026/2027. Noticiasdocampo


Produtor adiando decisões, não cancelando — mas sob risco


A compra de adubos por parte dos produtores rurais está 15 pontos porcentuais atrasada neste período do ano em relação a igual período do ano passado, quando 65% das aquisições já haviam sido feitas. O próprio Pecci reconhece que o atraso reflete mais um adiamento de decisão do que redução consolidada de adubação. Mas o risco existe: o Country Manager Eduardo Monteiro alerta que reduzir tecnologia agora pode significar ter menos receita, "o que pode afundar ainda mais o agricultor". NoticiasdocampoCEPEA


Relação de troca historicamente desfavorável


Hoje há preços muito altos, relações de troca muito baixas, e isso vem inibindo a vontade do produtor em tomar suas decisões. Na prática: o fertilizante ficou mais caro, a commodity ficou mais barata — e a margem do produtor está espremida dos dois lados. CEPEA


📌 Nesse ambiente, cada real investido em insumo precisa retornar mais. Não é mais sobre insumir mais — é sobre insumir melhor.

🌊 O que a Mosaic está fazendo — e o que isso confirma


O foco da Mosaic em 2026 está na consolidação de lançamentos realizados nos últimos dois anos, principalmente na linha de biosciences e nos fertilizantes hidrossolúveis, que complementam os adubos minerais tradicionais. Noticiasdocampo


Na Agrishow 2026, a Mosaic lançou o BioBlend, descrito como uma mistura de fertilizante mineral com carbono que faz com que a microbiota do solo se regenere, a planta seja capaz de aprofundar sua raiz, se alimentar melhor e, consequentemente, produzir melhor. CEPEA


A empresa estima que o mercado de fertilizantes e biológicos, que faturou R$ 3,9 bilhões, chegue a R$ 6,4 bilhões a R$ 6,5 bilhões em quatro anos. MINUTO MT

A mensagem estratégica da maior empresa de fertilizantes do mundo é inequívoca:


"A gente continua ofertando aquilo que há de melhor em fertilizantes minerais, mas essas novas linhas vêm complementar e auxiliar ainda mais a busca por produtividade, que hoje é ainda mais importante para o agricultor." — Felipe Pecci, VP Comercial da Mosaic

Quando uma multinacional que vende fertilizante mineral como negócio principal começa a posicionar biológicos como diferencial estratégico, não está fazendo isso por modismo. Está respondendo ao que o campo está pedindo: tecnologias que aumentem o retorno de cada unidade de fertilizante aplicado.


E é exatamente o que os bioextratos de macroalgas marinhas fazem — com uma diferença fundamental em relação ao que as multinacionais estão lançando.


🌿 A diferença que importa: ingrediente de performance vs. produto de portfólio


Existe uma distinção crítica que o produtor precisa entender ao comparar as soluções biológicas que estão chegando ao mercado.


As grandes multinacionais como Mosaic estão desenvolvendo produtos biológicos como extensão de portfólio — complementos ao fertilizante mineral que elas já vendem. São produtos bem-feitos e com respaldo técnico, mas formulados para se encaixar dentro de um modelo de negócio que ainda tem o adubo convencional como produto principal.


Os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES Master Algas foram desenvolvidos com um propósito diferente e mais específico: ser um ingrediente de performance puro — concentrado, de origem exclusivamente biológica, com a maior densidade possível de compostos bioativos por unidade aplicada.


Não é um organomineral com carbono incorporado. Não é um biológico com microrganismos vivos que dependem de condições específicas de solo e temperatura para funcionar.


É uma matriz complexa de fito hormônios naturais, polissacarídeos bioativos, 17 aminoácidos livres, vitaminas e micronutrientes quelados que agem diretamente na fisiologia da planta — potencializando a absorção, a translocação e o uso de todo fertilizante já aplicado, independentemente da marca ou formulação que o produtor já utiliza.


🔬 O que a composição da CERES entrega que outros não entregam


A composição dos bioextratos de macroalgas marinhas da CERES, documentada em laudo técnico analítico, inclui:


Fitohormônios naturais completos: auxinas, citocininas, giberelinas, betaína e zeatina — atuando simultaneamente em divisão celular, enraizamento, floração e resistência à senescência

17 aminoácidos livres — incluindo prolina (osmorregulação em seca), arginina, ácido glutâmico e glicina — precursores de enzimas do metabolismo nutricional

Polissacarídeos de alta atividade biológica: ácido algínico, manitol e laminarina — elicitores de resistência sistêmica que ativam as defesas naturais da planta

Poliaminas e betaínas — proteção osmótica e de membrana celular durante estresses hídricos e térmicos

Micronutrientes quelados de alta biodisponibilidade: Fe (300–800 ppm), Co (90–120 ppm), Cu, Zn, Mn, Mo e B

Vitaminas: carotenos, biotina, riboflavina e niacina — cofatores de processos enzimáticos fundamentais ao metabolismo vegetal

Carbono orgânico entre 12% e 18% — indicador de alta concentração de compostos bioativos por volume aplicado


Dados físico-químicos: pH 6,5–6,9 • Densidade 1,02–1,05 g/cm³ • 100% solúvel em água • Compatível com qualquer programa de nutrição existente


📊 O que isso significa para o custo de produção em 2026


O argumento econômico é direto e verificável:


Se fertilizantes representam 40% a 50% do custo de produção da soja e do milho, e se a geopolítica e o câmbio continuam pressionando os preços para cima, a única alavanca disponível ao produtor no curto prazo é aumentar a eficiência de uso do fertilizante que já vai ser aplicado.


Estudos realizados no Brasil e no exterior com bioextratos de macroalgas marinhas documentam consistentemente aumentos de Eficiência no Uso de Nutrientes (EUN) entre 15% e 25% — o que, na prática, se traduz em:


✅ Mesma produtividade com menor volume de fertilizante aplicado — redução direta de custo por hectare

✅ Maior produtividade com o mesmo volume já planejado — aumento de receita sem aumento de investimento em insumo

✅ Maior estabilidade produtiva em safras com estresse hídrico ou térmico — proteção de margens em cenários climáticos adversos

✅ Melhor qualidade de produção — calibre, brix e vida pós-colheita superiores, com acesso a preços melhores no mercado


💡 Quando o fertilizante está mais caro e a commodity está mais barata, a tecnologia que faz o fertilizante render mais é a que protege a margem do produtor.

Uma vantagem que as multinacionais não têm: tecnologia nacional com raiz científica


A Mosaic é uma empresa excepcional — com escala global, capacidade de P&D e acesso a mercados que poucas empresas têm. Mas há algo que ela não tem, e que a CERES tem: vínculo profundo e exclusivo com o ecossistema científico brasileiro e com a biodiversidade marinha nacional.


Os bioextratos da CERES são desenvolvidos a partir de macroalgas das famílias Feofíceae e Rodofíceae coletadas no litoral brasileiro — espécies com perfil de compostos bioativos moldado pelo ambiente tropical e subtropical único do Atlântico Sul.


A tecnologia foi desenvolvida na Universidade Federal de Lavras (UFLA), sob coordenação do Dr. Paulo César de Melo, Pós-Doutor pela Universidade de Coimbra, com mais de uma década de validação em campo nas principais culturas do agronegócio brasileiro.


Não é uma tecnologia importada e adaptada para o Brasil. É uma tecnologia nascida no Brasil, para o campo brasileiro, com respaldo científico e regulatório consolidado — incluindo enquadramento pela Instrução Normativa 64/2008 do MAPA como complexante e agente de bioativação.


🎯 Conclusão: o mercado escolheu o caminho — a pergunta é se você vai na frente ou atrás


O movimento da Mosaic não é um evento isolado. É o reflexo de uma reconfiguração profunda que está acontecendo em toda a cadeia de insumos agrícolas.


As grandes empresas de fertilizantes estão investindo bilhões em biológicos porque o produtor está pedindo mais eficiência por real investido. A geopolítica está forçando uma reavaliação do modelo de dependência de insumo importado. O clima está tornando a resiliência fisiológica das plantas um critério tão importante quanto a disponibilidade de nutriente.


Nesse cenário, os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES Master Algas ocupam uma posição única: tecnologia 100% biológica, de origem nacional, com composição documentada, respaldo científico comprovado e compatibilidade total com qualquer programa de nutrição — seja de pequeno produtor familiar ou de mega farmer com manejo de alta tecnologia.


A janela de vantagem competitiva para quem se antecipa está aberta. Quando o mercado de biológicos atingir os R$ 6,5 bilhões projetados para os próximos anos, os produtores que já dominam o manejo com bioestimulantes vão estar colhendo resultados que os outros ainda vão estar tentando aprender.


"Se até a maior empresa de fertilizantes do mundo está dizendo que biológicos são o caminho, o produtor que ainda não integrou essa tecnologia ao seu manejo está deixando eficiência e margem na mesa. A CERES Master Algas tem a solução mais completa, mais bem fundamentada e mais pronta para o campo brasileiro."

👉 Conheça os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES e veja como integrar ao seu programa de nutrição ainda nesta safra. cerestecnologia@gmail.com | (35) 9 9214-2447 | ceresmasteralgas.com


 
 
 

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