top of page

O mercado de organominerais está crescendo porque o princípio é certo: matéria orgânica + mineral = mais eficiência. Os bioextratos algas marinhas resolvem essa equação sem os gargalos tradicionais.

29 de ago.
9 min de leitura
Raizes fortes

Em agosto de 2026, o head comercial da CNC Agro explicou à Folha de Pernambuco por que os fertilizantes organominerais crescem — e listou, com honestidade, os desafios que ainda travam a adoção plena. O que ele descreveu como limitação dos sólidos é exatamente o que os bioextratos líquidos de macroalgas marinhas da CERES já superam há mais de uma década.


Em 24 de agosto de 2026, a Folha de Pernambuco publicou uma entrevista com Matheus Pereira Fernandes, head comercial da CNC Agro, sobre a evolução do mercado de fertilizantes organominerais no Brasil. O texto confirma, com a autoridade de quem opera diariamente nesse mercado, algo que a ciência da nutrição vegetal já documenta há décadas: quando você combina matéria orgânica com nutrientes minerais, a eficiência agronômica sobe — de forma expressiva e consistente.


Mas o executivo vai além do entusiasmo com o mercado. Com a franqueza de quem conhece a operação de dentro, ele lista os desafios que ainda limitam a adoção plena dos organominerais: legislação branda que permite matéria orgânica de baixa qualidade, dificuldade de granulação, problemas de dureza dos grânulos, umidade excessiva permitida pela norma, e máquinas agrícolas desenvolvidas para fertilizante convencional que nem sempre se adaptam bem ao organomineral.


Para o produtor que já entendeu que matéria orgânica + mineral = maior eficiência e está avaliando como implementar esse princípio, essa lista de desafios levanta uma pergunta natural: existe uma versão dessa equação que entrega os mesmos benefícios sem os gargalos físicos?

Existe. E ela vem do oceano, em forma líquida, com mais de uma década de resultado comprovado no campo brasileiro.


✅ O que o mercado de organominerais está confirmando — e por que o princípio é sólido


O crescimento dos fertilizantes organominerais não é modismo. É resposta a um diagnóstico agronômico real.


Fatores como eficiência agronômica, sustentabilidade ambiental, economia circular e maior disponibilidade de matérias-primas orgânicas têm impulsionado o crescimento do mercado de fertilizantes organominerais no Brasil. folhape


O que está por trás desse crescimento é um mecanismo bem documentado: a matéria orgânica, quando associada ao fertilizante mineral, modifica a dinâmica de disponibilização dos nutrientes no solo de três formas simultâneas:


Capacidade de Troca Catiônica (CTC): a matéria orgânica carrega grupos funcionais aniônicos que atraem e retêm cátions como Ca²⁺, Mg²⁺, K⁺ e NH₄⁺ — reduzindo a lixiviação e mantendo esses nutrientes disponíveis por mais tempo na zona radicular. "A matéria orgânica tem uma série de fatores benéficos, como agregação do solo, melhoria na microbiota do solo e geração de cargas para o solo, como a CTC (Capacidade de Troca Catiônica). E as respostas agronômicas com todas essas interações são muito altas e bem impactantes." folhape


Microbiota do solo: a matéria orgânica alimenta os microrganismos que solubilizam fósforo, fixam nitrogênio e produzem fitohormônios — amplificando o retorno do fertilizante mineral aplicado. Esse é exatamente o mecanismo que a pesquisa da ESALQ/USP, noticiada pela UDOP em agosto de 2026, está investigando com técnicas moleculares de sequenciamento.


Agregação do solo: a matéria orgânica contribui para a formação de macro e microagregados — melhorando a aeração, a infiltração de água e a estrutura física do solo para o desenvolvimento radicular.


"Quando você trabalha com fertilizante organomineral composto por uma matriz orgânica mais o fertilizante mineral, consegue ter uma maior eficiência na resposta desses nutrientes", confirma Fernandes. folhape


O princípio é correto. É exatamente por isso que o mercado de biofertilizantes e fertilizantes especiais movimenta R$ 7 bilhões por safra no Brasil, segundo o Anuário Abisolo 2026.


⚠️ Os gargalos que o próprio setor reconhece — com honestidade


O que diferencia uma boa análise de mercado de uma peça de relações públicas é a disposição de nomear os problemas. E o head comercial da CNC Agro faz isso com precisão:


O problema da legislação branda:"Infelizmente, hoje temos uma legislação muito branda, que permite a utilização de alguns compostos e matérias orgânicas de baixa qualidade, não só em termos quantitativos químicos, como CTC e percentual de nutrientes, mas também de qualidade física." folhape


Isso significa que, no mercado atual de organominerais, nem todo produto carrega a mesma qualidade de matéria orgânica. A legislação que permite até 20% de umidade e matérias orgânicas de baixo valor biológico cria um ambiente de assimetria de qualidade onde o produtor menos informado corre o risco de pagar por tecnologia que não entrega o que promete.


O problema da granulação:"O fertilizante organomineral é uma tecnologia muito difícil de granular com uma semelhança grande ao fertilizante convencional químico. As máquinas agrícolas foram desenvolvidas para aplicação de fertilizantes convencionais, minerais químicos, então o mercado de fertilizantes organominerais tem uma dificuldade muito grande de granulação." folhape


Isso não é um problema menor. Incompatibilidade com a semeadeira ou com o distribuidor de adubo significa ou retrabalho operacional ou sub-dosagem por distribuição não uniforme — comprometendo diretamente o resultado agronômico que o organomineral deveria entregar.


O problema da dureza:"A dureza nada mais é do que a força que eu imprimo no grânulo do fertilizante. Se ele esfarela, eu tem um problema de qualidade física." folhape

Grânulos que esfarelam na semeadeira entopem os bicos distribuidores, criam distribuição desuniforme na lavoura e aumentam as perdas por pó — problemas operacionais que corroem a eficiência do produto.


O problema da umidade:"Hoje, por exemplo, ela permite que o fabricante entregue um fertilizante organomineral com até 20% de umidade, o que não é desejável. O produtor não precisa comprar água." folhape

U

ma formulação com 20% de umidade significa que até 1/5 do peso que o produtor paga e transporta é água — não nutriente, não matéria orgânica ativa, não tecnologia.

📌 O princípio do organomineral é certo. Os desafios de execução em formulação sólida são reais. E eles têm um denominador comum: são todos consequência de tentar empacotar em grânulo o que funciona muito melhor em solução.

🌊 A versão líquida da mesma equação — sem nenhum desses problemas


Os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES Master Algas não são organominerais. Mas compartilham o mesmo princípio fundamental que faz os organominerais crescerem: matéria orgânica de alta qualidade biológica como catalisador da eficiência do fertilizante mineral.


A diferença é que os bioextratos entregam esse princípio em forma líquida — eliminando estruturalmente todos os gargalos que o head da CNC Agro listou:


Zero problema de granulação — 100% líquido, 100% solúvel em água, aplicável via fertirrigação ou pulverização foliar com qualquer equipamento convencional

Zero problema de dureza — sem grânulo, sem esfarelamento, sem entupimento de bicos distribuidores, sem distribuição desuniforme na lavoura

Zero problema de umidade — não existe "água desnecessária" em uma formulação líquida com composição analítica documentada. O produtor paga exatamente pelo que está especificado no laudo: carbono orgânico de 12% a 18%, fitohormônios, aminoácidos, polissacarídeos e micronutrientes — não por água de enchimento

Zero problema de compatibilidade com máquinas — se a propriedade já tem sistema de fertirrigação ou pulverizador, o bioextrato líquido se integra imediatamente, sem adaptação de equipamento ou operação extra

Qualidade de matéria orgânica documentada em laudo técnico — não há espaço para ambiguidade sobre a qualidade do que está dentro da embalagem, porque o laudo analítico da CERES especifica carbono orgânico, matéria orgânica, todos os aminoácidos com suas concentrações individuais, fitohormônios, vitaminas e micronutrientes


🔬 O que o laudo da CERES documenta — e o que o organomineral promete


O head da CNC Agro descreve os benefícios da matéria orgânica do organomineral em três categorias: CTC, microbiota e agregação. Os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES atuam nas mesmas três frentes — com composição analítica específica:


Para CTC e retenção de nutrientes:

🔬 Ácido algínico — polissacarídeo aniônico que, ao entrar em contato com o solo, contribui para a formação de complexos organominerais naturais, ampliando a capacidade de retenção de cátions na zona radicular — o mesmo mecanismo de CTC que o organomineral sólido promove, mas via solução


Para microbiota:

🔬 Carbono orgânico entre 12% e 18% — substrato energético direto para bactérias e fungos benéficos do solo, alimentando microrganismos que solubilizam P, fixam N e produzem fitohormônios

🔬 Laminarina — elicitor de enzimas microbianas como beta-glucanases e quitinases, estimulando a atividade de grupos funcionais específicos da microbiota que amplificam a ciclagem de nutrientes

🔬 17 aminoácidos livres — nitrogênio orgânico prontamente assimilável por microrganismos, alimentando especialmente bactérias diazotróficas e solubilizadoras


Para estrutura e agregação:

🔬 Manitol e polissacarídeos complexos — contribuem para a formação de biopelículas microbianas em torno dos agregados do solo, favorecendo a estabilidade estrutural do ecossistema radicular


E além do que o organomineral entrega — a ação fisiológica direta na planta:

🔬 Fitohormônios naturais completos: auxinas, citocininas, giberelinas, betaína e zeatina — atuação fisiológica que nenhum organomineral convencional consegue replicar

🔬 Poliaminas e betaínas — osmoprotetores para tolerância à seca e calor extremo

🔬 Micronutrientes quelados: Fe, Co, Cu, Zn, Mn, Mo, B — na forma iônica biodisponível

pH 6,5–6,9 • Densidade 1,02–1,05 g/cm³ • 100% solúvel • Sem umidade de enchimento


☕ As culturas que o artigo cita — e o que os bioextratos entregam em cada uma


A tecnologia vem sendo adotada cada vez mais em culturas como café, hortaliças e cana-de-açúcar. folhape


Não por acaso, essas são exatamente as culturas em que os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES têm aplicações mais documentadas e resultados mais expressivos:


Café: uniformidade de floração, redução do abortamento floral, maior peso dos grãos e qualidade de bebida — fatores críticos para o cafeicultor que compete em mercados de alto valor. A cana cresce 12,3 t/ha com bioestimulante de alga marinha — dado publicado pela Agrocete e noticiado pelo Agrolink em agosto de 2026.


Hortaliças: o segmento onde a qualidade visual e nutricional do produto determina diretamente o preço recebido — e onde o bioextrato de algas amplia calibre, cor, firmeza e vida pós-colheita, atributos que definem a classificação comercial.


Cana-de-açúcar: cultivo que combina alta demanda nutricional com necessidade de sustentabilidade socioambiental — exatamente o perfil que a CNC Agro cita como motor do crescimento dos organominerais no setor sucroenergético.


🔄 Complementaridade: organomineral + bioextrato de algas = a estratégia mais completa


É importante enfatizar que o crescimento dos organominerais e dos bioextratos de macroalgas marinhas não são movimentos concorrentes. São tecnologias com perfis de ação diferentes e complementares.


O organomineral sólido atua principalmente de forma subsuperficial e de liberação gradual — construindo fertilidade ao longo do tempo, melhorando a estrutura física e aumentando a CTC do solo. É uma tecnologia de base, com efeitos cumulativos entre safras.


O bioextrato de macroalgas marinhas atua simultaneamente no solo (via carbono orgânico e polissacarídeos que alimentam a microbiota) e na planta (via fitohormônios, aminoácidos e osmorreguladores que ativam a fisiologia para aproveitar o que o solo disponibiliza). É uma tecnologia de performance, com efeitos imediatos e de ciclo.


Um produtor de café ou cana que usa organomineral como base de fertilização e complementa com bioextrato de macroalgas via fertirrigação ou foliar está combinando os dois vetores de eficiência: o solo construindo fertilidade para o próximo ciclo e a planta convertendo ao máximo a fertilidade disponível neste ciclo.

💡 Organomineral sólido: solo mais fértil a cada safra. Bioextrato líquido de algas: planta mais eficiente em cada safra. Os dois juntos: o sistema mais completo de nutrição biológica que o produtor pode montar.

🌿 A qualidade que separa o bioextrato CERES de qualquer matéria orgânica de baixa qualidade


O alerta que o head da CNC Agro faz sobre legislação branda que permite matéria orgânica de baixa qualidade no mercado de organominerais é legítimo — e se aplica a qualquer tecnologia que use "biológico" ou "orgânico" como argumento de venda sem evidência analítica que sustente a afirmação.


Os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES Master Algas respondem a esse desafio com o instrumento mais rigoroso disponível: um laudo técnico analítico completo, desenvolvido com base científica na Universidade Federal de Lavras (UFLA) e documentando individualmente cada componente da formulação — incluindo as concentrações específicas de cada aminoácido, a faixa de carbono orgânico, o pH, a densidade e os teores de cada micronutriente.


Não há ambiguidade sobre a qualidade do que está dentro do IBC de 1000 litros que a CERES entrega. O laudo é a prova.


🎯 Conclusão: o princípio certo, na forma certa, com a qualidade documentada


O mercado de fertilizantes organominerais está crescendo porque o campo brasileiro aprendeu, com décadas de agricultura de precisão, que matéria orgânica e mineral não são alternativas — são parceiros de uma mesma estratégia de eficiência nutricional.


Os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES Master Algas chegam a esse mesmo princípio pela via líquida — eliminando os gargalos físicos que o próprio setor de organominerais reconhece como limitadores da adoção plena, entregando matéria orgânica de altíssima qualidade biológica documentada em laudo e adicionando à equação o que o organomineral sólido não consegue oferecer: ação hormonal e fisiológica direta na planta, em todos os momentos críticos do ciclo produtivo.


Desenvolvida na UFLA sob coordenação do Dr. Paulo César de Melo, Pós-Doutor pela Universidade de Coimbra, a tecnologia de bioextratos de macroalgas da CERES está disponível para ser integrada a qualquer programa de nutrição — como complemento ao organomineral que o produtor já usa, ou como a tecnologia líquida de matéria orgânica de alta performance que ele ainda não conhecia.

"O mercado de organominerais confirma: matéria orgânica + mineral = maior eficiência. Os bioextratos líquidos de macroalgas marinhas da CERES entregam esse mesmo princípio sem os desafios de granulação, dureza e qualidade incerta — com laudo técnico analítico completo, desenvolvido na UFLA, em formulação 100% líquida, 100% solúvel, aplicável com qualquer equipamento de fertirrigação ou pulverização já existente na propriedade."

👉 Conheça os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES e descubra como integrar matéria orgânica de altíssima qualidade biológica ao seu programa de nutrição — sem os gargalos do sólido.


 
 
 

Comentários


Ceres Tecnologia Logo

Rua Violeta Soares Batista da Silva, 163 - Ouro Verde

Lavras - MG
CEP 37209-899

Se inscreva caso tenha interesse:

Obrigado!

Nos siga em:

  • Instagram
  • LinkedIn
  • Facebook

© CERES Master Algas LTDA · CNPJ 44.990.894/0001-80

bottom of page