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"Você usaria um fertilizante feito a partir de algas marinhas?" A CERES Master Algas já respondeu essa pergunta há mais de uma década — com resultado em campo

11 de jul.
7 min de leitura
Kappaphycus alvarezii

Uma pesquisa do Instituto de Pesca com a Unicamp, divulgada pelo Canal Rural em julho de 2026, revela o potencial da alga Kappaphycus alvarezii como fonte de biofertilizantes, bioenergia e monitoramento ambiental. O que poucos sabem: essa alga marinha vermelha já integra o blend de macroalgas marinhas que a CERES Master Algas processa e aplica na agricultura brasileira há mais de uma década.


No dia 6 de julho de 2026, o Canal Rural publicou no Planeta Campo uma reportagem com uma pergunta no título que chama atenção: "Você usaria um fertilizante feito a partir de algas marinhas?"


A resposta, para quem conhece o trabalho da CERES Master Algas, é simples e imediata: sim. E não como hipótese, projeto piloto ou potencial futuro — mas como tecnologia aplicada, validada em campo, documentada em laudo técnico e disponível ao produtor brasileiro há mais de uma década.


A pergunta do Canal Rural não é ingênua — ela reflete o estágio em que a pesquisa científica sobre algas como insumo agrícola se encontra em determinados polos acadêmicos do país. E o artigo que a acompanha documenta um trabalho sério e relevante: pesquisadores do Instituto de Pesca, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e outras instituições, desenvolvem estudos que utilizam algas marinhas como matéria-prima para a produção de biofertilizantes, bioenergia e outros insumos de alto valor agregado, na Fazenda Marinha Experimental do litoral norte de São Paulo.


Mas há um detalhe científico nessa pesquisa que merece atenção especial de quem acompanha a composição dos produtos da CERES Master Algas.


🔬 A alga pesquisada — e sua família botânica


A espécie estudada pelo Instituto de Pesca é a Kappaphycus alvarezii. Originária das Filipinas, chegou ao Brasil há mais de 30 anos e vem sendo pesquisada desde 1995, gerando uma cadeia produtiva voltada para o cultivo sustentável de algas no litoral paulista.


Do ponto de vista da classificação botânica, a Kappaphycus alvarezii é uma macroalga marinha vermelha — pertencente à família Rodofíceae.


Esse é o dado que conecta diretamente a pesquisa do Instituto de Pesca ao trabalho que a CERES Master Algas desenvolve desde sua fundação: as Rodofíceae são exatamente uma das duas famílias de macroalgas marinhas que compõem o blend da CERES.


Não é coincidência temática — é identidade de matéria-prima. A pesquisadora Valéria Cress Gelli, do Instituto de Pesca, descreve o que o extrato da Kappaphycus pode fazer: "A partir da alga, a gente consegue extrair a carragenana, que é uma gelatina amplamente utilizada na indústria. Também conseguimos extrair o biofertilizante, que é o extrato dela e, a partir do extrato dessa alga, a gente pode desenvolver a agricultura aqui no nosso país."


Essa mesma lógica — extrair o potencial biológico da alga vermelha e transformá-lo em insumo para o desenvolvimento agrícola — é o fundamento da tecnologia que a CERES Master Algas pratica em escala comercial desde sua origem na Universidade Federal de Lavras (UFLA).


📌 A alga que o Instituto de Pesca e a Unicamp estão pesquisando como futura fonte de biofertilizantes já faz parte do blend de macroalgas marinhas que a CERES processa e aplica nas lavouras brasileiras há mais de uma década.

🌿 Por que a CERES vai além de uma espécie — e por que isso importa


A pesquisa do Instituto de Pesca trabalha com uma espécie única: a Kappaphycus alvarezii. É uma escolha científica justificada — a espécie tem crescimento acelerado de 3% a 10% ao dia, banco genético consolidado com 12 linhagens e aplicações industriais múltiplas, da carragenana para laticínios ao potencial como bioetanol.


Mas do ponto de vista da composição bioativa para fins agronômicos, a escolha de trabalhar com uma única espécie tem implicações diretas no espectro de compostos que o extrato final carrega.


É precisamente nesse ponto que a formulação da CERES Master Algas se diferencia: em vez de um extrato monoespécie, a tecnologia desenvolvida na UFLA trabalha com um blend estratégico de macroalgas marinhas das famílias Feofíceae (algas pardas/castanhas) e Rodofíceae (algas vermelhas).


Essa combinação de duas famílias botanicamente distintas — que desenvolveram ao longo de milhões de anos mecanismos bioquímicos de adaptação diferentes em resposta a ambientes e pressões evolutivas distintas — resulta em uma matriz bioativa de espectro muito mais amplo do que qualquer extrato monoespécie consegue oferecer.


As Feofíceae (como Ascophyllum nodosum, Ecklonia maxima e Laminaria) são reconhecidas por sua riqueza em:


✅ Ácido algínico, manitol e laminarina — polissacarídeos elicitores de resistência sistêmica

✅ Poliaminas e betaínas — osmorreguladores para tolerância à seca e ao calor

✅ Auxinas e citocininas em concentrações biologicamente ativas


As Rodofíceae (como Kappaphycus alvarezii e espécies relacionadas) contribuem com:


✅ Carragenanas e agares — polissacarídeos estruturais com atividade biológica

✅ Pigmentos ficoeritrina — com potencial antioxidante documentado

✅ Perfil mineral específico que complementa o das algas pardas


Quando esses dois perfis bioquímicos são processados juntos em um único bioextrato, o resultado é uma formulação com uma complexidade molecular que nenhuma das famílias entregaria isoladamente.


📋 O que o extrato da alga entrega — e o que a CERES já documentou


A pesquisadora Valéria Cress descreve o biofertilizante da Kappaphycus como uma alternativa promissora para aumentar a sustentabilidade da produção agrícola. O potencial é genuíno — e a ciência que sustenta essa afirmação está bem estabelecida.


O que o laudo técnico analítico dos bioextratos da CERES Master Algas documenta é exatamente o que esse "potencial" entrega quando a tecnologia de extração é desenvolvida com rigor científico e aplicada em escala:


🔬 Fitohormônios naturais completos: auxinas, citocininas, giberelinas, betaína e zeatina — moléculas sinalizadoras que regulam crescimento radicular, divisão celular, floração e resistência ao estresse de forma integrada e simultânea

🔬 17 aminoácidos livres com concentrações documentadas: prolina (0,335%), arginina (0,30%), ácido glutâmico (0,35%), glicina (0,41%), ácido aspártico (0,345%) e outros 12 — precursores das enzimas antioxidantes e do metabolismo de N, P e S dentro da própria planta

🔬 Polissacarídeos de alta atividade biológica: ácido algínico, manitol e laminarina — elicitores da resistência sistêmica adquirida (SAR), ativando as defesas naturais da planta contra fungos, bactérias e insetos

🔬 Poliaminas e betaínas — osmoprotetores que mantêm a integridade das membranas celulares durante déficit hídrico, ondas de calor e geadas, protegendo a produtividade quando o ambiente tenta comprometê-la

🔬 Micronutrientes quelados de alta biodisponibilidade: Fe (300–800 ppm), Co (90–120 ppm), Cu (10–15 ppm), Zn (5–15 ppm), Mn (1–5 ppm), B (2–10 ppm), Mo (0,1–0,35 ppm)

🔬 Vitaminas: carotenos, biotina, riboflavina e niacina — cofatores de reações enzimáticas do metabolismo fotossintético e respiratório

🔬 Carbono orgânico entre 12% e 18% — indicador de concentração elevada de compostos bioativos, com função de estímulo à microbiota benéfica do solo



⏱️ A linha do tempo que o Canal Rural não conta — mas a CERES já viveu


A reportagem do Planeta Campo informa que a Kappaphycus alvarezii vem sendo estudada no Brasil desde 1995. É uma trajetória científica de mais de 30 anos que resultou em uma fazenda experimental, um banco genético com 12 linhagens e a perspectiva de produção de biofertilizantes como produto com potencial comercial.


Enquanto isso, a CERES Master Algas:


Fundada em 2010, com tecnologia de bioextratos de macroalgas marinhas desenvolvida na UFLA sob coordenação do Dr. Paulo César de Melo

Mais de uma década de validação em campo nas principais culturas do agronegócio brasileiro — soja, milho, algodão, café, citros, cana, fruticultura e horticultura

Laudo técnico analítico completo, com composição documentada em análise laboratorial discriminatória e quantitativa

Enquadramento regulatório consolidado pela Instrução Normativa 64/2008 do MAPA como complexante e agente de bioativação

Validação científica externa, com os mecanismos de ação dos bioextratos de algas marinhas confirmados em estudo publicado no Journal of Crop Science and Biotechnology (maio de 2026), documentando +10,2% de produtividade na soja sob seca e +47,4% de atividade de peroxidase


Não se trata de diminuir o trabalho da pesquisa acadêmica — ela é fundamental, e o banco genético de Kappaphycus que o Instituto de Pesca mantém é um patrimônio científico genuíno do Brasil. Trata-se de contextualizar: enquanto a ciência ainda valida o potencial da alga como biofertilizante, a CERES já está na etapa em que esse potencial está sendo colhido pelo produtor brasileiro safra após safra.


O Brasil tem pesquisa, litoral e tecnologia — e a CERES é a prova de que a cadeia já funciona


A pesquisa do litoral norte de São Paulo documenta algo que o Brasil ainda subutiliza: o oceano brasileiro como fonte de biomassa de alto valor biotecnológico. Com 8.500 km de costa atlântica tropical e subtropical, o país tem uma das maiores diversidades de macroalgas marinhas do hemisfério sul — um ativo que outros países já transformaram em indústria, conforme documentado pelo economista Gunter Pauli no Ocean Summit 2026.


A CERES Master Algas é a prova concreta de que essa cadeia de valor — da alga marinha ao insumo agrícola de alto desempenho — já funciona no Brasil. A resposta à pergunta do Canal Rural não é "talvez, se a pesquisa avançar": é "sim, já existe, já foi validado e já está disponível".


A ciência que o Instituto de Pesca e a Unicamp estão construindo é a base que vai sustentar a próxima geração de produtos à base de Kappaphycus — e esse trabalho merece reconhecimento e suporte. Mas para o produtor que precisa de solução agora, a tecnologia de bioextratos de macroalgas marinhas da CERES, desenvolvida na UFLA com blend de Feofíceae e Rodofíceae, já entrega hoje o que a pesquisa ainda está desenvolvendo.


🎯 A pergunta do Canal Rural tem resposta — e a CERES é ela.


"Você usaria um fertilizante feito a partir de algas marinhas?"


Milhares de produtores brasileiros já responderam essa pergunta com o único voto que conta no campo: o voto da safra. Safra após safra, em culturas que vão da soja ao café, do milho ao algodão, das hortaliças à fruticultura tropical, esses produtores integraram os bioextratos de macroalgas marinhas ao seu programa de manejo — e observaram os resultados que a ciência agora está formalizando em publicações revisadas por pares.


A pesquisa do Instituto de Pesca e da Unicamp sobre a Kappaphycus alvarezii é bem-vinda, necessária e promissora. Ela expande o conhecimento científico sobre o potencial das Rodofíceae como fonte de biofertilizantes — a mesma família que compõe parte do blend da CERES há mais de uma década.


O que o Canal Rural chama de "potencial da tecnologia", a CERES chama de rotina de produção.


"A pergunta 'você usaria um fertilizante de algas marinhas?' foi respondida pela CERES Master Algas há mais de uma década — com laudo técnico, pesquisa da UFLA, resultado em campo e a Kappaphycus alvarezii (alga vermelha/Rodofíceae) já integrada ao blend de macroalgas que formam nossos bioextratos. O potencial que a ciência está descobrindo, o campo já está colhendo."

👉 Conheça os bioextratos de macroalgas marinhas da CERES — incluindo algas vermelhas Rodofíceae — e descubra como essa tecnologia já está disponível para o seu manejo.cerestecnologia@gmail.com | (35) 9 9214-2447 | ceresmasteralgas.com


 
 
 

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