"Você usaria um fertilizante feito a partir de algas marinhas?" A CERES Master Algas já respondeu essa pergunta há mais de uma década — com resultado em campo

Uma pesquisa do Instituto de Pesca com a Unicamp, divulgada pelo Canal Rural em julho de 2026, revela o potencial da alga Kappaphycus alvarezii como fonte de biofertilizantes, bioenergia e monitoramento ambiental. O que poucos sabem: essa alga marinha vermelha já integra o blend de macroalgas marinhas que a CERES Master Algas processa e aplica na agricultura brasileira há mais de uma década.
No dia 6 de julho de 2026, o Canal Rural publicou no Planeta Campo uma reportagem com uma pergunta no título que chama atenção: "Você usaria um fertilizante feito a partir de algas marinhas?"
A resposta, para quem conhece o trabalho da CERES Master Algas, é simples e imediata: sim. E não como hipótese, projeto piloto ou potencial futuro — mas como tecnologia aplicada, validada em campo, documentada em laudo técnico e disponível ao produtor brasileiro há mais de uma década.
A pergunta do Canal Rural não é ingênua — ela reflete o estágio em que a pesquisa científica sobre algas como insumo agrícola se encontra em determinados polos acadêmicos do país. E o artigo que a acompanha documenta um trabalho sério e relevante: pesquisadores do Instituto de Pesca, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e outras instituições, desenvolvem estudos que utilizam algas marinhas como matéria-prima para a produção de biofertilizantes, bioenergia e outros insumos de alto valor agregado, na Fazenda Marinha Experimental do litoral norte de São Paulo.
Mas há um detalhe científico nessa pesquisa que merece atenção especial de quem acompanha a composição dos produtos da CERES Master Algas.
🔬 A alga pesquisada — e sua família botânica
A espécie estudada pelo Instituto de Pesca é a Kappaphycus alvarezii. Originária das Filipinas, chegou ao Brasil há mais de 30 anos e vem sendo pesquisada desde 1995, gerando uma cadeia produtiva voltada para o cultivo sustentável de algas no litoral paulista.
Do ponto de vista da classificação botânica, a Kappaphycus alvarezii é uma macroalga marinha vermelha — pertencente à família Rodofíceae.
Esse é o dado que conecta diretamente a pesquisa do Instituto de Pesca ao trabalho que a CERES Master Algas desenvolve desde sua fundação: as Rodofíceae são exatamente uma das duas famílias de macroalgas marinhas que compõem o blend da CERES.
Não é coincidência temática — é identidade de matéria-prima. A pesquisadora Valéria Cress Gelli, do Instituto de Pesca, descreve o que o extrato da Kappaphycus pode fazer: "A partir da alga, a gente consegue extrair a carragenana, que é uma gelatina amplamente utilizada na indústria. Também conseguimos extrair o biofertilizante, que é o extrato dela e, a partir do extrato dessa alga, a gente pode desenvolver a agricultura aqui no nosso país."
Essa mesma lógica — extrair o potencial biológico da alga vermelha e transformá-lo em insumo para o desenvolvimento agrícola — é o fundamento da tecnologia que a CERES Master Algas pratica em escala comercial desde sua origem na Universidade Federal de Lavras (UFLA).
📌 A alga que o Instituto de Pesca e a Unicamp estão pesquisando como futura fonte de biofertilizantes já faz parte do blend de macroalgas marinhas que a CERES processa e aplica nas lavouras brasileiras há mais de uma década.
🌿 Por que a CERES vai além de uma espécie — e por que isso importa
A pesquisa do Instituto de Pesca trabalha com uma espécie única: a Kappaphycus alvarezii. É uma escolha científica justificada — a espécie tem crescimento acelerado de 3% a 10% ao dia, banco genético consolidado com 12 linhagens e aplicações industriais múltiplas, da carragenana para laticínios ao potencial como bioetanol.
Mas do ponto de vista da composição bioativa para fins agronômicos, a escolha de trabalhar com uma única espécie tem implicações diretas no espectro de compostos que o extrato final carrega.
É precisamente nesse ponto que a formulação da CERES Master Algas se diferencia: em vez de um extrato monoespécie, a tecnologia desenvolvida na UFLA trabalha com um blend estratégico de macroalgas marinhas das famílias Feofíceae (algas pardas/castanhas) e Rodofíceae (algas vermelhas).
Essa combinação de duas famílias botanicamente distintas — que desenvolveram ao longo de milhões de anos mecanismos bioquímicos de adaptação diferentes em resposta a ambientes e pressões evolutivas distintas — resulta em uma matriz bioativa de espectro muito mais amplo do que qualquer extrato monoespécie consegue oferecer.
As Feofíceae (como Ascophyllum nodosum, Ecklonia maxima e Laminaria) são reconhecidas por sua riqueza em:
✅ Ácido algínico, manitol e laminarina — polissacarídeos elicitores de resistência sistêmica
✅ Poliaminas e betaínas — osmorreguladores para tolerância à seca e ao calor
✅ Auxinas e citocininas em concentrações biologicamente ativas
As Rodofíceae (como Kappaphycus alvarezii e espécies relacionadas) contribuem com:
✅ Carragenanas e agares — polissacarídeos estruturais com atividade biológica
✅ Pigmentos ficoeritrina — com potencial antioxidante documentado
✅ Perfil mineral específico que complementa o das algas pardas
Quando esses dois perfis bioquímicos são processados juntos em um único bioextrato, o resultado é uma formulação com uma complexidade molecular que nenhuma das famílias entregaria isoladamente.
📋 O que o extrato da alga entrega — e o que a CERES já documentou
A pesquisadora Valéria Cress descreve o biofertilizante da Kappaphycus como uma alternativa promissora para aumentar a sustentabilidade da produção agrícola. O potencial é genuíno — e a ciência que sustenta essa afirmação está bem estabelecida.
O que o laudo técnico analítico dos bioextratos da CERES Master Algas documenta é exatamente o que esse "potencial" entrega quando a tecnologia de extração é desenvolvida com rigor científico e aplicada em escala:
🔬 Fitohormônios naturais completos: auxinas, citocininas, giberelinas, betaína e zeatina — moléculas sinalizadoras que regulam crescimento radicular, divisão celular, floração e resistência ao estresse de forma integrada e simultânea
🔬 17 aminoácidos livres com concentrações documentadas: prolina (0,335%), arginina (0,30%), ácido glutâmico (0,35%), glicina (0,41%), ácido aspártico (0,345%) e outros 12 — precursores das enzimas antioxidantes e do metabolismo de N, P e S dentro da própria planta
🔬 Polissacarídeos de alta atividade biológica: ácido algínico, manitol e laminarina — elicitores da resistência sistêmica adquirida (SAR), ativando as defesas naturais da planta contra fungos, bactérias e insetos
🔬 Poliaminas e betaínas — osmoprotetores que mantêm a integridade das membranas celulares durante déficit hídrico, ondas de calor e geadas, protegendo a produtividade quando o ambiente tenta comprometê-la
🔬 Micronutrientes quelados de alta biodisponibilidade: Fe (300–800 ppm), Co (90–120 ppm), Cu (10–15 ppm), Zn (5–15 ppm), Mn (1–5 ppm), B (2–10 ppm), Mo (0,1–0,35 ppm)
🔬 Vitaminas: carotenos, biotina, riboflavina e niacina — cofatores de reações enzimáticas do metabolismo fotossintético e respiratório
🔬 Carbono orgânico entre 12% e 18% — indicador de concentração elevada de compostos bioativos, com função de estímulo à microbiota benéfica do solo
⏱️ A linha do tempo que o Canal Rural não conta — mas a CERES já viveu
A reportagem do Planeta Campo informa que a Kappaphycus alvarezii vem sendo estudada no Brasil desde 1995. É uma trajetória científica de mais de 30 anos que resultou em uma fazenda experimental, um banco genético com 12 linhagens e a perspectiva de produção de biofertilizantes como produto com potencial comercial.
Enquanto isso, a CERES Master Algas:
✅ Fundada em 2010, com tecnologia de bioextratos de macroalgas marinhas desenvolvida na UFLA sob coordenação do Dr. Paulo César de Melo
✅ Mais de uma década de validação em campo nas principais culturas do agronegócio brasileiro — soja, milho, algodão, café, citros, cana, fruticultura e horticultura
✅ Laudo técnico analítico completo, com composição documentada em análise laboratorial discriminatória e quantitativa
✅ Enquadramento regulatório consolidado pela Instrução Normativa 64/2008 do MAPA como complexante e agente de bioativação
✅ Validação científica externa, com os mecanismos de ação dos bioextratos de algas marinhas confirmados em estudo publicado no Journal of Crop Science and Biotechnology (maio de 2026), documentando +10,2% de produtividade na soja sob seca e +47,4% de atividade de peroxidase
Não se trata de diminuir o trabalho da pesquisa acadêmica — ela é fundamental, e o banco genético de Kappaphycus que o Instituto de Pesca mantém é um patrimônio científico genuíno do Brasil. Trata-se de contextualizar: enquanto a ciência ainda valida o potencial da alga como biofertilizante, a CERES já está na etapa em que esse potencial está sendo colhido pelo produtor brasileiro safra após safra.
O Brasil tem pesquisa, litoral e tecnologia — e a CERES é a prova de que a cadeia já funciona
A pesquisa do litoral norte de São Paulo documenta algo que o Brasil ainda subutiliza: o oceano brasileiro como fonte de biomassa de alto valor biotecnológico. Com 8.500 km de costa atlântica tropical e subtropical, o país tem uma das maiores diversidades de macroalgas marinhas do hemisfério sul — um ativo que outros países já transformaram em indústria, conforme documentado pelo economista Gunter Pauli no Ocean Summit 2026.
A CERES Master Algas é a prova concreta de que essa cadeia de valor — da alga marinha ao insumo agrícola de alto desempenho — já funciona no Brasil. A resposta à pergunta do Canal Rural não é "talvez, se a pesquisa avançar": é "sim, já existe, já foi validado e já está disponível".
A ciência que o Instituto de Pesca e a Unicamp estão construindo é a base que vai sustentar a próxima geração de produtos à base de Kappaphycus — e esse trabalho merece reconhecimento e suporte. Mas para o produtor que precisa de solução agora, a tecnologia de bioextratos de macroalgas marinhas da CERES, desenvolvida na UFLA com blend de Feofíceae e Rodofíceae, já entrega hoje o que a pesquisa ainda está desenvolvendo.
🎯 A pergunta do Canal Rural tem resposta — e a CERES é ela.
"Você usaria um fertilizante feito a partir de algas marinhas?"
Milhares de produtores brasileiros já responderam essa pergunta com o único voto que conta no campo: o voto da safra. Safra após safra, em culturas que vão da soja ao café, do milho ao algodão, das hortaliças à fruticultura tropical, esses produtores integraram os bioextratos de macroalgas marinhas ao seu programa de manejo — e observaram os resultados que a ciência agora está formalizando em publicações revisadas por pares.
A pesquisa do Instituto de Pesca e da Unicamp sobre a Kappaphycus alvarezii é bem-vinda, necessária e promissora. Ela expande o conhecimento científico sobre o potencial das Rodofíceae como fonte de biofertilizantes — a mesma família que compõe parte do blend da CERES há mais de uma década.
O que o Canal Rural chama de "potencial da tecnologia", a CERES chama de rotina de produção.
"A pergunta 'você usaria um fertilizante de algas marinhas?' foi respondida pela CERES Master Algas há mais de uma década — com laudo técnico, pesquisa da UFLA, resultado em campo e a Kappaphycus alvarezii (alga vermelha/Rodofíceae) já integrada ao blend de macroalgas que formam nossos bioextratos. O potencial que a ciência está descobrindo, o campo já está colhendo."




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